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INSS negou pensão por morte: o que fazer?

A pensão por morte é devida aos dependentes de quem tinha qualidade de segurado do INSS na data do óbito. É um benefício especialmente sensível — negado, com frequência, por dúvidas sobre a qualidade de segurado do falecido ou sobre a dependência econômica de quem pede o benefício.

Como esse benefício também é chamado

A pensão por morte aparece nas buscas como "pensão do INSS", "pensão de falecido", "pensão por morte de aposentado" ou "pensão para viúva". Também é comum a dúvida sobre quem tem direito: cônjuge, companheiro ou companheira em união estável, filhos menores de 21 anos ou inválidos e, em alguns casos, pais e irmãos — estes últimos precisam comprovar dependência econômica, que não é presumida.

Motivos comuns de negativa

  • Perda da qualidade de segurado pelo falecido antes do óbito (por exemplo, após período sem contribuir)
  • Dúvida sobre união estável não formalizada em cartório
  • Falta de documentação que comprove a dependência econômica de dependentes não presumidos por lei (como pais ou irmãos)

Como funciona a duração do benefício

Desde a Lei 13.135/2015, a duração da pensão por morte para cônjuge ou companheiro(a) considera a idade do dependente na data do óbito e, em regra, o tempo de contribuição do segurado falecido e a duração do casamento ou união estável — podendo ser vitalícia ou por prazo determinado, conforme essas variáveis. Para filhos, a regra geral é a pensão até os 21 anos, salvo exceções previstas em lei, como a invalidez.

O que o escritório faz nesse tipo de caso

Análise da carta de indeferimento, do histórico contributivo do falecido (CNIS) e da documentação disponível para comprovar a condição de dependente, seguida de recurso administrativo ou ação judicial, incluindo produção de prova testemunhal quando necessário para comprovar união estável.

Conteúdo informativo e de caráter geral. As regras de duração e os requisitos variam conforme a data do óbito e o histórico contributivo — a análise deve ser feita caso a caso.

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes sobre este tema

A pensão por morte é sempre vitalícia?

Não necessariamente. Desde a Lei 13.135/2015, a duração do benefício para cônjuge ou companheiro(a) pode variar conforme a idade do dependente na data do óbito e o tempo de contribuição do segurado — em alguns casos é vitalícia, em outros tem duração determinada.

Preciso comprovar tempo mínimo de contribuição do falecido?

Em regra, a pensão por morte não exige carência, exceto em situações específicas, como óbito ocorrido antes de completadas 18 contribuições mensais e não decorrente de acidente.

O que o INSS mais questiona nesses pedidos?

A qualidade de segurado do falecido na data do óbito, e a comprovação da dependência econômica ou da união estável, quando não há casamento formal.

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